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Dicas de gestão

CONTEÚDOS

A contratação de um novo colaborador exige cuidados da empresa. Além das qualificações e experiências do candidato, o processo seletivo e a relação de trabalho devem ser conduzidos conforme a legislação trabalhista brasileira.

Desconhecer ou desrespeitar essas regras pode gerar diversos problemas para a companhia, como processos, multas e danos à imagem. Então é importante conhecer os pontos de atenção para não errar na gestão dos recursos humanos.

Neste artigo, você conhecerá os principais pontos da legislação trabalhista a considerar na contratação de funcionários. Acompanhe!

Formalização do contrato

O primeiro passo da relação de trabalho é a formalização do contrato. No documento, são estabelecidos os compromissos das duas partes e como a relação acontecerá. Para orientar todo o processo, é fundamental atentar às regras do Decreto-lei Nº 5.452, de 1º de maio de 1943 e as mudanças trazidas pela Reforma Trabalhista.

Ele é mais conhecido como CLT — a Consolidação das Leis do Trabalho. O decreto-lei define as normas para as relações trabalhistas no Brasil. Por exemplo, o contrato pode ser por tempo determinado ou indeterminado.

Ainda, é possível fazer um contrato de experiência, durante a qual se verifica o alinhamento entre o funcionário e a empresa. O empregador tem até cinco dias úteis para registrar a admissão, demissão, remuneração e outras anotações na CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social) do funcionário.  

Direitos e deveres do funcionário e do empregador

Na formalização do contrato, já são estabelecidos os direitos e deveres do funcionário e do empregador. Ambas as partes precisam conhecer as regras para evitar o descumprimento do acordo — seja ele intencional ou por desconhecimento da legislação trabalhista.

Por exemplo, o funcionário tem o direito de uma jornada de trabalho de até 44 horas semanais, descanso remunerado, férias, décimo terceiro salário etc. Ao mesmo tempo, ele tem o dever de cumprir integralmente as suas funções, não faltar ao trabalho sem justificativa e respeitar as normas da empresa.

Do mesmo modo, o empregador tem o direito de estipular prazos, cobrar o exercício adequado das atividades, entre outros itens. Ele também tem a obrigação de pagar o salário em dia, oferecer um ambiente salubre de trabalho e assegurar que todas as regras da CLT sejam atendidas.

Um aspecto que costuma gerar confusão é a responsabilidade sobre o recolhimento de contribuições públicas revertidas ao empregado. O contratante é responsável por pagar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Por outro lado, o empregado é quem paga o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).

Respeitar essas regras é essencial, já que seu descumprimento pode gerar penalidades para a empresa — como multas, condenações judiciais e prejuízos à reputação. O funcionário que descumprir as regras também arrisca sofrer advertências, suspensões ou demissão por justa causa.

Benefícios e acordos coletivos

Por fim, os empregadores têm a opção de oferecer benefícios adicionais aos seus funcionários, como forma de melhorar os resultados do trabalho e atrair talentos. Existem aqueles que são obrigatórios pela CLT, que você já conheceu. Mas as empresas também podem conceder benefícios facultativos.

São exemplos plano de saúde, plano odontológico, vale-refeição e cesta básica. Ainda, os funcionários têm direito de organizar sindicatos para a sua área. Essas organizações buscam defender os interesses do profissional e solucionar conflitos com a empresa amigavelmente.

Como você viu, a legislação trabalhista define direitos e deveres do empregado e do empregador, garantindo que essa seja uma relação equilibrada e justa para as duas partes. Na hora de contratar um funcionário, conheça as regras para evitar infrações.

Quer conferir mais informações relevantes para a sua empresa? Então descubra o que um contador faz!

As empresas podem sofrer com os riscos financeiros diariamente. Contudo, o suporte de uma análise estratégica permite identificar, mitigar e evitar impactos negativos no negócio. Nesse contexto, o contador é um profissional capaz de ajudar.

Ele auxilia na leitura de indicadores, no controle do fluxo de caixa e na prevenção de problemas fiscais. Com isso, o gestor consegue tomar decisões mais seguras e informadas, fortalecendo a saúde financeira da companhia. 

Quer entender melhor qual é o papel do contador na gestão de riscos financeiros da empresa? Então continue a leitura!

Análise do fluxo de caixa e balanços patrimoniais

A análise do fluxo de caixa e dos balanços patrimoniais é essencial para a gestão de riscos financeiros de uma empresa. Nesse caso, a contabilidade fornece dados para entender diferentes aspectos da saúde do negócio, como a liquidez e a solvência. 

Ao analisar esses documentos, o contador consegue identificar situações de desequilíbrio financeiro. Alguns exemplos são a falta de capital de giro ou um alto nível de endividamento. Os relatórios também mostram a rentabilidade e a eficiência operacional do negócio.

Assim, há como prever eventuais falhas capazes de afetar o desempenho da empresa. Com uma visão qualificada sobre as finanças, você pode antecipar riscos e adotar estratégias para a continuidade do negócio.

Realização de auditorias

A auditoria contábil é usada como uma ferramenta estratégica na gestão de riscos financeiros. Ao realizar o processo, o contador verifica se os registros contábeis e as demonstrações financeiras estão de acordo com as normas e regulamentações. 

Com o procedimento, você identifica inconsistências, fraudes ou falhas que possam comprometer a saúde financeira do negócio. Por exemplo, a Prospere Finanças oferece auditorias no Rio de Janeiro que contribuem para melhorar a gestão das finanças empresariais, alinhando o empreendimento às melhores práticas contábeis.

Controle interno

Além da realização de auditorias, o contador auxilia no controle interno da empresa. Por meio de sistemas contábeis — como o monitoramento de estoques e o registro das transações —, é possível identificar vulnerabilidades nos processos do negócio.

Desse modo, o profissional pode detectar falhas antes que elas se transformem em grandes problemas. Na Prospere Finanças, implementamos controles internos que colaboram para otimizar os processos e reduzir os riscos operacionais. 

O objetivo é proteger o negócio contra fraudes e erros — melhorando a transparência e a eficiência no gerenciamento de recursos. 

Conformidade com as regulamentações fiscais e legais

Por fim, cumprir com as regulamentações fiscais e legais é fundamental para a segurança financeira de qualquer negócio. Com a ajuda da contabilidade, as transações e as obrigações fiscais são registradas corretamente e nos prazos estabelecidos. 

O cuidado evita multas, sanções e problemas com o Fisco, além de preservar a integridade da empresa no mercado. Na Prospere Finanças, oferecemos assessoria especializada para que o negócio esteja em dia com as obrigações fiscais e legais. 

Neste post, você entendeu qual é o papel do contador na gestão de riscos financeiros da empresa. Vale considerar ter o auxílio de uma assessoria financeira, contábil e fiscal qualificada para obter as vantagens que esse tipo de serviço oferece.

Gostou do conteúdo e quer saber como a contabilidade pode ajudar a sua empresa? Então conheça os serviços oferecidos pela Prospere Finanças!

O Imposto de Renda (IR) é uma obrigação relevante para as empresas, sendo necessário ficar em dia com a sua declaração e o seu pagamento. A própria pessoa jurídica pode se responsabilizar por gerenciar o tributo, mas é possível contar com o auxílio de uma assessoria de contabilidade.

Vale destacar que o IR também é uma questão estratégica. Escolher o regime tributário correto pode fazer diferença no montante a ser pago e no fluxo de caixa, impactando diretamente a saúde financeira do negócio. 

Quer saber mais sobre o funcionamento do Imposto de Renda para empresas? Continue a leitura e confira as principais informações!

Quais são as modalidades de tributação?

O primeiro fator a ser observado sobre o Imposto de Renda para empresas é o regime tributário. O enquadramento define as regras aplicáveis, então ele deve ser selecionado adequadamente. 

Conheça as principais modalidades!

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime simplificado, que costuma atender a micro e pequenas empresas. Na modalidade, o tributo é recolhido junto da guia que abrange todas as contribuições do mês, dispensando os empreendimentos de entregarem o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

Como resultado, existem menos chances de erros nos cálculos. Mas, para se enquadrar no Simples Nacional, é preciso ficar atento aos limites de faturamento. Em 2024, o teto anual era de R$ 4,8 milhões. A alíquota é definida com base na faixa de receita e na área de atuação da companhia.

Lucro Presumido

No Lucro Presumido, o IR é calculado a partir da receita bruta da empresa, variando conforme o setor de atuação. O pagamento é trimestral, realizado no último dia dos meses de março, junho, setembro e dezembro.

A modalidade tende a ser mais complexa por envolver mais cálculos. Portanto, pode ser necessário o apoio de uma assessoria contábil. A arrecadação-limite para se enquadrar no Lucro Presumido era de R$ 78 milhões em 2024.

No regime, o imposto é calculado com base em uma margem de lucro estimada, que depende da atividade da empresa. Normalmente, ela é de 8% para comércio e indústria e de 32% para serviços.

Lucro Real

Por fim, é válido conhecer o Lucro Real, uma modalidade mais adequada a negócios de grande porte. A empresa deve pagar 15% de imposto sobre o lucro real apurado e mais 10% sobre o montante que exceder R$ 20 mil de lucro no mês.

Se houver prejuízo, ela não tem obrigação de pagar o tributo. Nessa modalidade, é comum que a companhia tenha um setor específico para lidar com os tributos.

Em 2024, o Lucro Real abrangia negócios com receita superior a R$ 78 milhões ao ano. Contudo, algumas empresas precisam fazer parte da modalidade, independentemente do faturamento. Elas são indicadas na Lei N.º 9.718.

Quais são os prazos para fazer a declaração?

Agora que você sabe como funciona o IRPJ, deve entender os prazos para a declaração. Eles são definidos pela Receita Federal a cada ano, devendo ser respeitados pela pessoa jurídica para evitar punições.

A documentação é enviada pelo Programa Gerador da Declaração (PGD) da Receita Federal ou pelo e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). Ainda, a declaração deve conter todos os rendimentos tributáveis, isentos, não tributáveis e tributados na fonte.

O Imposto de Renda para empresas é uma responsabilidade que exige atenção, planejamento e conhecimento sobre os regimes tributários. Ter uma boa gestão contábil evita erros, enquanto ajuda a empresa a aproveitar oportunidades de economia e garantir a conformidade fiscal.

Evite problemas na hora de cumprir os compromissos da empresa. Conheça as obrigações fiscais da pessoa jurídica!

Sócios de empresas costumam ser remunerados com parte do lucro líquido do negócio. Porém, você sabe se quando eles exercem funções administrativas no empreendimento o pró-labore é obrigatório?

O tema é importante e atende a determinações presentes na legislação brasileira. Seguir corretamente suas diretrizes, inclusive no que diz respeito às remunerações de sócios-administradores, é essencial para a saúde empresarial, influenciando a estrutura financeira e tributária do negócio.

Quer descobrir se o pró-labore é obrigatório? Prossiga com a leitura para saber como ele funciona e aprender a determiná-lo!

O que é pró-labore?

O pró-labore é a remuneração paga todo mês exclusivamente aos sócios que desempenham funções administrativas ou operacionais na empresa — diferentemente da distribuição de lucros. Sua função é semelhante à do salário de um funcionário, ficando sujeito a impostos e contribuições. 

O pagamento do pró-labore é obrigatório?

Ao entender o conceito, você já deve ter percebido que o pró-labore é obrigatório sempre que o sócio exercer atividades de gestão ou operação em favor da empresa, certo? A razão é que ele é uma remuneração pelo trabalho realizado.

Nesse contexto, não é só o pagamento do pró-labore que é mandatório. A remuneração gera outros deveres, sendo o principal deles a necessidade de contribuição para a Previdência Social. Portanto, a compensação financeira possui outros requisitos de validade.

Por outro lado, caso o membro da sociedade não participe da operação e apenas invista no negócio, ele recebe somente sua cota na distribuição de lucros.

Quais são as regras do pró-labore?

Agora que você sabe da obrigatoriedade do pró-labore, pode se perguntar sobre seu funcionamento. A remuneração dos sócios-administradores obedece às seguintes normas:

  • incidência de impostos: como visto, o pró-labore está sujeito a tributação, como a contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em alguns casos, também há incidência de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF);
  • diferenciação da distribuição de lucros: a distribuição de lucros é a parcela dos ganhos da empresa destinada aos sócios. Diferentemente do pró-labore, ela é isenta de Imposto de Renda, se for formalizada corretamente;
  • regularização em contrato social: para garantir que o pagamento do pró-labore ocorra de forma transparente e dentro das normas, é recomendável que o contrato social da empresa inclua as disposições sobre ele. 
  • proporcionalidade: o pró-labore deve ser igual ou superior ao salário mínimo. Ainda, indica-se que ele seja proporcional às responsabilidades e à carga de trabalho do sócio.

Como definir o valor ideal do pró-labore?

Entendidas as principais regras de funcionamento do pró-labore, saiba que a definição do seu valor deve considerar diferentes fatores, como a carga de trabalho do sócio. Por exemplo, profissionais que dedicam mais tempo à operação podem receber uma remuneração maior.

Assim, quanto maior a responsabilidade, mais alto tende a ser o pró-labore. Funções administrativas ou de liderança normalmente justificam uma recompensa mais elevada. Além disso, o valor deve ser compatível com a saúde financeira da empresa.

Desse modo, em momentos de dificuldade para o negócio, é possível ajustar a remuneração para manter o equilíbrio financeiro. Para facilitar a determinação do montante, uma boa prática envolve pesquisar quanto os profissionais do mercado recebem para exercer funções similares.

Como visto, o pró-labore é obrigatório e se trata de uma forma de remunerar os sócios de uma empresa que trabalham por ela. Agora, você está mais preparado para determinar o valor devido aos sócios-administradores, respeitando as leis vigentes.

Quer saber mais sobre os deveres das empresas? Siga nossos perfis nas redes sociais. Estamos no Instagram, Facebook e LinkedIn!

Uma das maiores dificuldades para empreender no Brasil é a sua complexa carga tributária. Há diferentes impostos sobre consumo, importação, transporte e venda de mercadorias, folha de pagamento, entre outros.

Nesse contexto, para fomentar o empreendedorismo, o Governo criou o Simples Nacional, sendo relevante entender como ele funciona. Afinal, você precisa saber quais benefícios o regime consegue trazer e se, de fato, ele faz sentido e pode ser usado no seu negócio. 

Se você quer descobrir como o Simples Nacional funciona e quando ele é a melhor opção, prossiga com a leitura deste conteúdo!

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime tributário empresarial criado pela Lei Complementar nº 123, de 2006. A sua proposta é simplificar o pagamento de tributos para MEs (microempresas) e EPPs (empresas de pequeno porte).

O regime permite que os empresários façam o recolhimento de impostos que recaem sobre empresas de forma unificada. Assim, a opção facilita o controle financeiro da companhia e o cumprimento das obrigações fiscais.

Segundo tabela fornecida pela Receita Federal, até outubro de 2024, existiam 23,2 milhões de empresas optantes pelo Simples Nacional. O dado mostra o sucesso da iniciativa e o espírito empreendedor do brasileiro.

Como o Simples Nacional funciona?

Depois de saber o que é o Simples Nacional, vale conferir como ele funciona. Em geral, ao optar por esse regime de tributação, os impostos da empresa passam a ser pagos por meio de DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). 

A guia deve ser quitada mensalmente até o dia 20 de cada mês, abrangendo 8 tributos:

  • IRPJ (Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido);
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • Contribuição para o PIS (Programa de Integração Social) e Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Serviço Público);
  • CPP (Contribuição Patronal Previdenciária);
  • ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação);
  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza).

O pedido de enquadramento no Simples Nacional deve ser feito até o último dia útil de janeiro de cada ano. Porém, para empresas novas, a opção pode ser realizada em até 30 dias úteis do início de sua atividade, contados da aprovação de inscrição — seja municipal ou estadual.

Somente estão aptas a se inscrever no Simples Nacional empresas constituídas sob natureza jurídica de sociedade empresária, sociedade simples, empresa individual ou empresário individual. Além disso, o seu faturamento anual não deve ultrapassar R$ 4,8 milhões.

Outros requisitos e impedimentos pela opção do regime tributário estão disponíveis para consulta no material de perguntas e respostas do Simples Nacional, no site da Receita Federal. Já a consulta a um contador pode ajudar a sanar dúvidas específicas.

Quais são as vantagens de enquadrar sua empresa no Simples Nacional?

Além da facilidade no recolhimento de impostos que você já viu, o Simples Nacional oferece uma série de vantagens para uma empresa. 

Confira as principais!

Redução da carga tributária

O Simples Nacional organiza as empresas em diferentes faixas de faturamento anual, aplicando alíquotas de acordo com a receita bruta dos negócios. A dinâmica tende a reduzir o impacto fiscal para negócios de menor porte.

Com a simplificação do pagamento de tributos, muitos pequenos empreendedores conseguem melhorar o controle financeiro. Ao contratar serviços contábeis, a gestão ainda é otimizada, evitando erros fiscais, multas e problemas com o Fisco.

Acesso a linhas de crédito específicas

Muitas instituições financeiras oferecem linhas de crédito exclusivas para micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional. Esse suporte financeiro pode facilitar a obtenção de capital para o crescimento do negócio.

Facilidade na regularização de débitos

Caso você atrase ou deixe de pagar os impostos, o Simples Nacional oferece programas de parcelamento com condições especiais. A mecânica facilita a regularização de pendências com a Receita Federal — permitindo o funcionamento regular da atividade.

Quando o Simples Nacional é a melhor escolha?

Após conferir as principais vantagens de optar pelo Simples Nacional, chegou o momento de aprender quando ele é a melhor escolha.

Confira, a seguir, as situações em que o regime costuma ser adequado!

Empresas com baixo faturamento anual

Para empresas que possuem um faturamento anual inferior a R$ 4,8 milhões, o Simples Nacional tende a ser benéfico, já que oferece alíquotas reduzidas e recolhimento de tributos simplificado. Porém, certifique-se de que ele será mais vantajoso, de fato.

A razão é que, nesse regime, os impostos são calculados sobre o faturamento e não sobre o lucro. Assim, mesmo que você tenha prejuízo, o imposto é devido. Logo, em negócios que realizam perdas com frequência, há chance de a opção pelo Simples Nacional não valer a pena. 

Companhias com baixo custo fixo e poucos colaboradores

O Simples Nacional costuma fazer sentido para empresas que possuem uma estrutura de custos fixa reduzida e um quadro pequeno de colaboradores. A inclusão do CPP em seu cálculo pode representar uma diminuição da contribuição previdenciária.

Diferentemente de regimes tributários como o Lucro Real ou Presumido, em que a CPP deve ser recolhida separadamente, no Simples Nacional existe a possibilidade de ela ser integrada. A característica ajuda a diminuir o total de tributos e a complexidade do processo de pagamento.

Micro e pequenas empresas que desejam reduzir a burocracia fiscal

Negócios que desejam simplificar suas operações fiscais podem se beneficiar do Simples Nacional. Afinal, como você viu, o negócio consegue pagar seus tributos por DAS, reduzindo a quantidade de guias a quitar.

De toda forma, outra maneira de reduzir a burocracia fiscal e contábil do seu negócio é terceirizar os serviços de contabilidade. Assim, a sua empresa consegue focar em sua atividade principal — aumentando a sua produtividade e as chances de se consolidar no mercado.

Agora que você sabe como funciona o Simples Nacional, pretende escolher o regime tributário para sua empresa? Para tomar a melhor decisão, vale continuar estudando sobre o assunto e verificar se o seu negócio atende a todos os requisitos exigidos na legislação.

Você achou as informações deste conteúdo úteis? Aproveite e compartilhe este post para que mais pessoas entendam detalhes sobre o Simples Nacional!

A contabilidade é um dos pilares para o sucesso de uma empresa. Além de garantir o cumprimento das obrigações fiscais e legais, o contador oferece informações estratégicas para a gestão financeira, auxiliando na tomada de decisões mais acertadas.

Por esse motivo, ao decidir pela troca de contabilidade, é fundamental ter cuidado e planejar cada etapa. Uma transição mal realizada pode causar atrasos no cumprimento das obrigações, perdas de informações importantes ou até problemas com o Fisco. 

Se você pretende realizar a troca de contador, confira o que considerar antes de decidir!

Quais os motivos que podem levar à troca de contabilidade?

Trocar de contabilidade é uma decisão estratégica que muitas empresas tomam para atender melhor às suas necessidades. Entre os motivos mais comuns está a busca por um atendimento mais eficiente e personalizado, especialmente em momentos de crescimento do negócio. 

Além disso, problemas como ausência de proatividade, erros frequentes ou falhas no cumprimento de prazos são fatores que podem levar à troca de contador

Por fim, confiança e transparência são indispensáveis na relação com o profissional de contabilidade. Falhas nesses aspectos podem comprometer a segurança financeira da empresa e motivar a troca de escritório contábil contratado.

O que considerar ao trocar a contabilidade?

Agora que você já sabe os principais motivos que podem levar a uma troca de contador, é o momento de entender o que se deve considerar ao realizar esse processo. Assim, ele pode ser mais suave, garantindo a estabilidade da contabilidade do negócio

Acompanhe!

Avaliação do novo contador

Antes de trocar de contabilidade, é fundamental avaliar a qualidade e a experiência do novo contador. É interessante que o profissional tenha expertise no setor de atuação de sua empresa e esteja preparado para atender às suas necessidades específicas. 

Portanto, busque informações sobre certificações, referências e histórico de atendimento para evitar problemas futuros e garantir mais segurança na escolha.

Importância da comunicação clara

Uma boa comunicação facilita o entendimento das demandas do negócio e contribui para um relacionamento mais eficiente. Certifique-se de que o novo escritório contábil esteja disponível para esclarecer dúvidas e alinhar expectativas. 

Análise de custos e benefícios

A troca de contabilidade exige uma análise dos custos e benefícios. Avalie se o novo escritório oferece serviços que agregam valor ao negócio e se o investimento é compatível com a qualidade e o suporte oferecidos. Essa avaliação evita surpresas financeiras e garante uma mudança vantajosa.

Por que a troca de contabilidade deve ser realizada de forma cuidadosa?

Conhecendo os principais fatores a considerar ao trocar a contabilidade, vale a pena entender por que esse processo deve ser realizado com cuidado. Um dos principais motivos é garantir que não haja lacunas nos serviços contábeis durante a transição.

Afinal, qualquer interrupção abrupta no serviço pode impactar a entrega de obrigações fiscais ou comprometer a gestão financeira. A conformidade fiscal e legal precisa ser mantida, o que requer uma organização de documentos e a comunicação entre o contador anterior e o novo escritório.

Para garantir que tudo aconteça de forma tranquila, ter suporte de profissionais experientes faz a diferença. Nesse sentido, você pode contar com a Prospere Finanças — um escritório de contabilidade especializado do Rio de Janeiro — para auxiliar a empresa com uma assessoria contábil, fiscal e financeira completa.

Neste artigo, você entendeu o que deve considerar em uma troca de contabilidade para que essa transição seja realizada de maneira tranquila e efetiva. Agora, basta colocar as dicas em prática e contar com a Prospere Finanças para cuidar do setor contábil da empresa.

Quer ter uma parceria de qualidade para a contabilidade do negócio? Entre em contato e saiba como podemos ajudar!

Manter a saúde financeira de uma empresa demanda um bom controle das finanças e de contabilidade para atender às diferentes obrigações fiscais. Nesse contexto, a escrituração contábil é um material indispensável para registrar as operações do negócio.

Contudo, por ser uma tarefa rigorosa, muitos profissionais têm dificuldades em realizar o processo. Por consequência, a companhia corre o risco de ter um registro incorreto dos dados fiscais e contábeis — o que pode gerar problemas com a Receita Federal.

Quer saber quais são os 4 erros mais comuns na hora de fazer a escrituração contábil? Então acompanhe a leitura!

1. Má classificação de despesas

Um dos erros mais comuns na escrituração contábil é a classificação incorreta das despesas. O deslize pode trazer consequências negativas para a empresa, como problemas no cálculo de tributos e demonstrações financeiras falhas.

A má categorização ocorre quando as despesas operacionais, administrativas ou financeiras são registradas equivocadamente. Consequentemente, o erro traz o risco de confundir os gestores e impactar a análise de resultados. 

Para evitá-lo, é necessário investir na capacitação da equipe contábil. Um exemplo são os treinamentos focados em identificar as categorias de despesas e compreender as regulamentações fiscais. 

Outra solução relevante é ter uma parceria contábil, como a Prospere Finanças. A assessoria pode absorver todas as demandas ou trabalhar em conjunto com a equipe interna.

2. Registro incorreto do cálculo dos tributos

Mais um erro capaz de comprometer a conformidade fiscal da empresa é o registro incorreto do cálculo de tributos. Nesse caso, ele tende a resultar em multas, juros e, em casos mais graves, auditorias fiscais que afetam a estabilidade do negócio. 

Além dos tributos, é comum que os equívocos ocorram no cálculo de parcelamentos, amortização e depreciação — distorcendo o balanço patrimonial e os relatórios financeiros. Para evitar esses erros, vale contar com processos bem estruturados e tecnologias que automatizam parte dos cálculos. 

Uma assessoria contábil especializada também contribui para que os cálculos tributários e financeiros sejam realizados em conformidade com a legislação.

3. Falta de documentos fiscais

Junto do registro incorreto do cálculo dos tributos, a falta de documentos fiscais é uma falha que costuma gerar problemas na escrituração contábil. Quando as notas fiscais de compras ou vendas não são registradas, a contabilidade perde as informações usadas para apurar os impostos.

O erro pode resultar em inconsistências na Escrituração Contábil Digital (ECD) e na apuração de tributos, expondo a empresa a multas e penalidades. Além dos impactos fiscais, a falta de documentos arrisca comprometer o controle de fluxo de caixa e a análise de desempenho do negócio

Portanto, todas as notas fiscais e recibos devem ser arquivados e registrados de maneira correta e nos prazos estabelecidos. 

4. Violação dos princípios contábeis

Por fim, a violação dos princípios contábeis pode comprometer a transparência e confiabilidade das demonstrações financeiras da empresa. Um exemplo é o da competência, que exige o registro de receitas e despesas no momento do fato gerador.

Há também o princípio da prudência, que orienta a avaliação conservadora de ativos e passivos. Quando essas bases são desrespeitadas, o resultado é uma escrituração incorreta, com possibilidade de gerar problemas legais e tributários, além de dificultar a gestão financeira. 

Nesse caso, a contribuição de uma assessoria capacitada vai além do cumprimento das obrigações. Na Prospere Finanças, os profissionais apoiam os clientes na tomada de decisões estratégicas, sempre com base em uma contabilidade precisa e ética. 

Neste conteúdo, você conheceu 4 erros comuns na escrituração contábil que comprometem as operações da empresa. Para evitá-los, conte com o suporte de uma assessoria fiscal de qualidade e reconhecida no mercado, como a Prospere Finanças.

Quer saber como podemos ajudá-lo com a escrituração contábil? Entre em contato conosco e tire as suas dúvidas!

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