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Contabilidade para psicólogos

CONTEÚDOS

Definir corretamente o enquadramento de uma empresa é um passo essencial ao abrir seu empreendimento. O faturamento de uma EPP (Empresa de Pequeno Porte), assim como de outros formatos, é um dos critérios principais desse processo. 

Apesar da importância desse detalhe, muitas vezes ele é ignorado, porque há empreendedores que acreditam que a classificação se limita a rotular o tamanho do empreendimento. Mas ela influencia os impostos, o regime tributário e até as facilidades no acesso a crédito. 

O primeiro passo para uma escolha consciente é entender o faturamento de uma EPP e o significado disso. Acompanhe a leitura e confira!

Qual é o limite de faturamento de uma EPP?

A Empresa de Pequeno Porte é uma das categorias empresariais válidas no Brasil. Segundo a Lei Complementar 123/2006, ela pode ter faturamento anual de R$ 360 mil a R$ 4,8 milhões. Com isso, a EPP ocupa uma posição intermediária entre a Microempresa (ME) e os médios e grandes negócios.

O principal objetivo dessa classificação é facilitar a rotina do empreendedor. Por exemplo, ao se enquadrar como EPP, você consegue enfrentar menos burocracia e alcançar condições de competitividade no mercado.

Como o limite de faturamento influencia a tributação e obrigações fiscais?

O enquadramento empresarial define o teto do faturamento do negócio, assim como os impostos e obrigações legais dele. No caso da EPP, é possível acessar o Simples Nacional, um regime simplificado de recolhimento de tributos.

Além de unificar impostos em uma única guia, ele impõe uma carga tributária menor do que a aplicável em regimes tradicionais. Portanto, o regime favorece o fluxo de caixa dos negócios de menor porte.

Estão entre os tributos unificados pelo Simples Nacional:

  • IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica);
  • CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido);
  • PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público);
  • Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados);
  • ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços);
  • ISS (Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza);
  • CPP (Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica).

Ao ultrapassar o limite de faturamento da EPP, a empresa passa pela reclassificação automática. Dessa forma, o empreendimento assume obrigações fiscais mais complexas, típicas de regimes como Lucro Presumido ou Lucro Real

Quais são as diferenças entre ME e EPP?

A principal diferença entre ME e EPP está no limite de faturamento, embora ambas pertençam ao Simples Nacional. Como você viu, a EPP pode faturar até R$ 4,8 milhões anualmente. Por sua vez, a ME é limitada a R$ 360 mil anuais. 

Essa diferença de faturamento reflete na gestão interna de cada negócio. Comparada a uma ME, a EPP precisa de controles mais estruturados, planejamento e acompanhamento constante de receitas e despesas. Afinal, volumes maiores de recursos exigem decisões mais estratégicas.

Enquanto uma ME consegue operar com processos mais simples e flexíveis, a EPP deve implementar rotinas administrativas robustas. Então o aumento do faturamento supera a questão de receita, trazendo complexidade operacional e exigindo a profissionalização da gestão.

Neste artigo, você aprendeu qual é o limite de faturamento de uma EPP e o que ele significa nas rotinas empresariais. Ao abrir seu empreendimento, você já sabe como definir seu enquadramento ideal e as responsabilidades que o acompanham.

Aprender sobre negócios é crucial para quem deseja empreender. Por isso, siga a Prospere Finanças nas redes sociais e acesse materiais diversos — estamos no Facebook, Instagram e LinkedIn!

Manter o registro atualizado é uma das obrigações mais importantes para quem atua na área da saúde. Entre as exigências legais, o CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) é um dos instrumentos que garantem a regularidade e o funcionamento dos serviços em todo o país.

Criado pelo Ministério da Saúde, o CNES reúne dados de todos os estabelecimentos que prestam serviços de saúde no Brasil. Esse banco de informações auxilia na formulação de políticas públicas e na fiscalização do setor. 

Quer entender como o CNES funciona, quem precisa se cadastrar, qual é a importância para seu negócio e como um serviço de contabilidade pode ajudar no processo? Continue a leitura! 

Por que o CNES é importante para o seu estabelecimento?

A partir do CNES, cada estabelecimento recebe um número único de identificação. Desse modo, o Governo consegue acompanhar a estrutura da rede de saúde, os profissionais atuantes e os serviços oferecidos.

Mais do que atender a uma exigência legal, manter o CNES ativo é sinônimo de credibilidade e regularidade. O registro garante que a empresa possa emitir notas fiscais corretamente, participar de convênios, receber repasses públicos e aparecer em sistemas oficiais, como o DataSUS.

Esse é o Departamento de Informação e Informática do SUS (Sistema Único de Saúde). Sem o CNES, o profissional ou o negócio pode enfrentar restrições para atuar legalmente ou firmar contratos com planos de saúde.

Quem precisa fazer o cadastro no CNES?

O cadastro no CNES é obrigatório para todos os estabelecimentos de saúde públicos e privados que realizem qualquer tipo de atendimento, exame, consulta, internação ou serviço de apoio diagnóstico.

Eles incluem:

  • clínicas médicas, odontológicas e de fisioterapia;
  • hospitais e laboratórios de análises clínicas;
  • consultórios individuais e coletivos;
  • centros de estética que ofereçam procedimentos com responsabilidade médica;
  • cooperativas e prestadores de serviços que atuem em parceria com o SUS.

Os profissionais autônomos, como médicos e dentistas que atendem em seus próprios consultórios, também devem manter o CNES ativo para exercer suas atividades de forma regular. Já os que atuam em clínicas ou hospitais precisam estar vinculados ao CNES da instituição à qual prestam serviço.

Como funciona o processo de cadastro?

O registro no CNES é feito junto à Secretaria Municipal de Saúde, que realiza a coleta de dados e o envio das informações para o Ministério da Saúde. 

Veja o que o responsável pelo estabelecimento precisa apresentar:

  • documentos da empresa e CNPJ;
  • alvará sanitário e licença de funcionamento;
  • dados do responsável técnico e da equipe de profissionais;
  • informações sobre estrutura física e serviços oferecidos.

Após a análise e aprovação, o local recebe um número de identificação no CNES, que deve ser utilizado em todos os documentos e sistemas oficiais — e atualizado a cada 6 meses

Como a contabilidade pode ajudar nesse processo?

Fazer o cadastro no CNES exige atenção a detalhes técnicos e à conformidade com exigências legais. Nesse ponto, o apoio de uma contabilidade especializada no setor de saúde pode fazer toda a diferença na fluidez do processo.

Uma assessoria contábil com experiência na área, como a Prospere Finanças, orienta o profissional em todas as etapas. Essa facilidade permite que o profissional da saúde foque no atendimento ao paciente com segurança e tranquilidade.

Você viu que o CNES não é apenas um registro, mas funciona como uma ferramenta essencial para a transparência e a sustentabilidade dos serviços de saúde. Manter o cadastro regular e atualizado mostra compromisso com a qualidade do atendimento e o fortalecimento da marca no mercado.

Quer entender como regularizar as finanças do seu empreendimento no Rio de Janeiro? Entre em contato com a equipe da Prospere Finanças e cuide da sua empresa com segurança e eficiência!

Nem sempre os desafios de uma empresa estão ligados às vendas. Muitas vezes, o problema é interno, surgindo de um CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) inapto, capaz de gerar sérios prejuízos. 

Um cenário como esse exige ações imediatas para contornar a situação e evitar maiores complicações. Caso contrário, seu negócio arrisca até mesmo fechar as portas. Porém, como saber se o seu cadastro está regular?

Neste artigo, descubra o que é CNPJ inapto, o que significa essa classificação e como solucionar pendências!

O que é um CNPJ inapto?

Um CNPJ inapto é aquele que teve sua inscrição suspensa pela Receita Federal devido ao descumprimento de obrigações fiscais acessórias. Uma das ocasiões em que isso ocorre é quando a empresa deixa de entregar declarações obrigatórias por 2 anos consecutivos.

Consequentemente, o negócio se torna irregular perante o Fisco. A situação pode atingir tanto empresas ativas quanto as que já encerraram suas atividades, mas não realizaram a baixa do cadastro.

Sendo o CNPJ a identidade da empresa perante os órgãos públicos, mantê-lo em situação irregular compromete a credibilidade e operação do negócio.

Quais são os riscos de ter um CNPJ inapto?

Os riscos de manter um CNPJ irregular são altos, afetando diretamente a continuidade das atividades empresariais. 

Entre eles, estão:

  • impossibilidade de emitir notas fiscais: inviabiliza vendas formais e o cumprimento de contratos;
  • suspensão da inscrição estadual e municipal: impede o recolhimento de impostos e o funcionamento legal;
  • responsabilização dos sócios: eventuais dívidas e obrigações podem ser cobradas diretamente dos sócios; 
  • restrições financeiras: o negócio fica impossibilitado de abrir contas ou acessar linhas de crédito;
  • exclusão de processos: uma empresa inapta não pode participar de licitações públicas;
  • baixa de ofício da inscrição: inativação do CNPJ — uma situação irreversível.

Como regularizar um CNPJ inapto?

Regularizar um CNPJ inapto exige organização e atenção aos detalhes. Acompanhe as etapas para regularizar a sua empresa!

Consulte a situação do CNPJ

O primeiro passo é descobrir por que o CNPJ ficou inapto. Para tanto, é preciso acessar o site do e-CAC. Faça login com seu cadastro Gov.br e consulte as informações. O sistema indica o motivo da inaptidão e quais declarações ou obrigações estão pendentes.

Regularize as pendências fiscais

Após identificar o motivo da irregularidade, seu negócio deve entregar todas as declarações devidas. Também é necessário quitar as multas geradas pelo atraso no cumprimento das obrigações empresariais.

Acompanhe a reativação ou solicite a baixa do CNPJ 

Concluídas todas as etapas, acompanhe o processamento das informações junto à Receita Federal. Caso o pedido de regularização tenha sido aceito, o status do CNPJ passará de “inapto” para “ativo”.

Por outro lado, se sua empresa deixou de operar, mas ainda não formalizou o encerramento, aproveite para solicitar a baixa do CNPJ. O procedimento evita o acúmulo de novas pendências fiscais, prevenindo cobranças futuras.

Como a contabilidade auxilia a regularizar seu CNPJ?

A contabilidade empresarial é essencial para resolver e evitar pendências fiscais. Assessorias como a Prospere Finanças orientam empresas sobre os prazos de entrega de obrigações e acompanham movimentações tributárias.

Além disso, os contadores especializados auxiliam na baixa do CNPJ, se for o caso. Eles garantem o envio de todos os documentos exigidos para encerrar corretamente o registro da empresa.

Neste artigo, você aprendeu o que é CNPJ inapto e como ele pode afetar tanto a empresa quanto os sócios, pessoalmente. Desse modo, acompanhe o cadastro do seu negócio e tome as providências exigidas para deixá-lo regular.

Quer ajuda para manter a contabilidade do seu empreendimento em dia? Entre em contato com a Prospere Finanças!

A Reforma Tributária prevista para iniciar em 2026 desperta a atenção de empresários e gestores em todo o país. Afinal, ela promove mudanças relevantes no sistema fiscal brasileiro, com impactos diretos sobre tributos e controles internos empresariais.

Entre as discussões sobre novas regras, prazos e alíquotas, um ponto é evidente: o sistema atual será substituído. A estrutura tributária brasileira migra para um modelo mais simplificado e digital. Diante desse cenário, é imprescindível que empresas de todos os setores acompanhem as alterações propostas. 

Prossiga a leitura e saiba o que esperar da Reforma Tributária em 2026 — e como se preparar para as novidades!

O que é a Reforma Tributária 2026?

A Reforma Tributária 2026 foi oficializada pela Emenda Constitucional nº 132/2023, inaugurando um modelo de tributação diferente sobre o consumo no Brasil. Seu objetivo é simplificar e unificar tributos, tornando o sistema mais transparente e eficiente tanto para o Fisco quanto para as empresas.

O novo modelo substitui quatro impostos vigentes até então:

  • PIS: Programa de Integração Social;
  • Cofins: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • ICMS: Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;
  • ISS: Imposto sobre Serviços.

Esses tributos darão lugar a dois novos: IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Além deles, a reforma cria o Imposto Seletivo, aplicado a produtos e serviços considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente, e prevê a redução de abrangência do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

No entanto, essas alterações ocorrerão de forma gradual. Elas seguem um cronograma de transição, estipulado pelo Governo Federal. Veja:

  • 2025: início dos testes com empresas selecionadas;
  • 2026: testes com alíquota simbólica dos novos tributos;
  • 2027: CBS substitui PIS e Cofins e entra em vigor o Imposto Seletivo;
  • 2029 a 2032: substituição progressiva de ICMS e ISS pelo IBS;
  • 2033: conclusão da transição e consolidação do novo sistema.

Esse período permite a realização de ajustes operacionais e tecnológicos, diminuindo impactos abruptos nas empresas.

Quais mudanças entram em vigor em 2026?

Em 2026, começa a fase prática da Reforma Tributária, conforme visto. Esse será um ano-teste, com foco em aprendizado e adequação dos sistemas internos. 

A partir desse período, as empresas precisam destacar em suas notas fiscais os novos tributos. Porém, ainda não haverá recolhimento efetivo, apenas o registro informativo.

Outro ponto importante da Reforma Tributária para 2026 é o lançamento da nova plataforma digital da Receita Federal. O sistema integra a apuração e o recolhimento dos novos tributos, processando milhões de notas fiscais e cálculos de crédito tributário em tempo real.

O objetivo dessa plataforma é reduzir erros e simplificar obrigações acessórias, padronizando procedimentos. Em 2025, o sistema estava em fase de testes com empresas selecionadas.

Quais são os principais impactos da Reforma Tributária para as empresas?

A mudança do modelo tributário deve impactar diferentes setores empresariais de maneiras distintas, dependendo do segmento de atuação. Enquanto parte deles tende a se beneficiar, outros precisarão rever suas estratégias fiscais e operacionais. 

Confira quais são as consequências esperadas para cada área!

Setor de serviços

O segmento de serviços deve ser bastante afetado pela Reforma Tributária, especialmente pela substituição do ISS pelo IBS. Como o imposto municipal deixará de existir, as empresas que usufruíam de benefícios locais podem perder incentivos fiscais.

Indústria e varejo

Na indústria, o caráter não cumulativo do IBS e da CBS tende a resultar em maior eficiência porque o crédito tributário passa a ser garantido em todas as etapas. Para o varejo, o sistema busca reduzir a guerra fiscal entre estados, simplificando a logística tributária entre empresas e consumidores.

Setor financeiro

As instituições financeiras precisarão revisar seus contratos e rotinas internas diante da Reforma Tributária. Afinal, operações como crédito, câmbio e seguros passarão a seguir a nova lógica de tributação unificada.

Como se preparar para a Reforma Tributária 2026?

O sucesso da transição para o novo modelo tributário depende de preparação. Desse modo, as empresas que começarem a adaptação desde já terão mais tempo para revisar processos e minimizar riscos fiscais.

Veja como sua empresa pode estruturar um planejamento tributário adequado às mudanças!

Diagnóstico tributário detalhado

O primeiro passo para se antecipar às transições legais é realizar um diagnóstico completo da estrutura tributária atual. Mapeie os tributos vigentes, benefícios aplicáveis e possíveis impactos da migração para o modelo de IBS e CBS.

Adequação tecnológica e integração de sistemas

A nova plataforma da Receita Federal, que integra as alterações da Reforma Tributária para 2026, permitirá a conexão direta com os sistemas empresariais. A medida facilita o compartilhamento de dados e ajuda a evitar erros.

Assim, revisar ERPs (Planejamento de Recursos Empresariais), emissores de nota fiscal e controles internos é fundamental.

Governança e compliance tributário

Fortalecer a governança interna contribui para a construção de um negócio sólido — e se torna ainda mais relevante diante de uma reforma legal. As empresas podem criar comitês multidisciplinares dedicados ao compliance, com representantes das áreas fiscal, contábil, jurídica e de tecnologia. 

Essa integração facilita decisões mais seguras e facilita o cumprimento das novas normas com transparência.

Capacitação de equipes

Toda a empresa deve estar preparada para as mudanças da Reforma Tributária em 2026 e nos anos seguintes. Desse modo, é indispensável que os negócios invistam em capacitação, especialmente para profissionais que lidam com tributos, finanças e emissão de notas.

Assessoria especializada

Na Reforma Tributária, seja para 2026 ou nos demais anos de transição e consolidação das novas regras, contar com especialistas em tributos será um diferencial competitivo. Uma assessoria como a Prospere Finanças apoia a adaptação das empresas.

Com nosso suporte, é possível analisar as regras, revisar o enquadramento fiscal do negócio e desenvolver estratégias para reduzir custos e evitar passivos. O resultado desse apoio são menos erros e uma adaptação mais tranquila.

Neste conteúdo, você aprendeu o que é a Reforma Tributária e como ela pode impactar as empresas a partir de 2026. Conhecendo o cronograma das alterações normativas, seu empreendimento consegue estruturar um planejamento fiscal mais seguro, pronto para o futuro.

Quer apoio profissional para preparar sua empresa para essa transição? Entre em contato com a Prospere Finanças!

Ao cogitar a abertura de uma filial, ter o máximo de informações sobre o processo permite tomar decisões estratégicas que fortalecem o crescimento e a rentabilidade da empresa. Dessa maneira, é possível reduzir riscos e aproveitar oportunidades.

Além disso, compreender os aspectos legais, fiscais e operacionais envolvidos na expansão garante que cada etapa seja conduzida com organização. Esse cuidado facilita a integração da filial à matriz, otimiza recursos e contribui para o desempenho eficiente da nova unidade no mercado.

Quer saber mais sobre o assunto? Confira tudo o que você precisa saber para abrir uma filial!

Como a abertura de uma filial pode impactar o negócio?

A abertura de uma filial é capaz de gerar impactos positivos no crescimento do negócio. Esse modelo de expansão amplia a presença geográfica, facilita a conquista de novos clientes e fortalece a competitividade frente aos concorrentes locais. 

Ainda, a proximidade com o público reduz custos logísticos e agiliza entregas, aumentando a eficiência operacional. A filial também pode funcionar como centro de distribuição ou atendimento, otimizando processos internos. 

Em alguns casos, a empresa tem a chance de se beneficiar de incentivos fiscais regionais. Como resultado, a operação tende a se tornar mais econômica e estratégica para consolidar sua marca em diferentes mercados.

Leia mais: Planejamento estratégico: confira as etapas e o papel da contabilidade nesse processo!

Quais são as obrigações fiscais?

As obrigações fiscais para abertura de uma filial envolvem etapas legais que asseguram o funcionamento regular da unidade. 

Entre elas, estão:

  • aprovação da consulta de viabilidade;
  • registro na Junta Comercial do estado;
  • emissão de um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) específico para a filial;
  • obtenção da Inscrição Estadual, quando exigida. 

Também é necessário solicitar a inscrição municipal e o alvará de funcionamento junto à prefeitura local. Vale saber que a filial deve adotar o mesmo regime tributário da matriz, como Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. 

No entanto, as alíquotas e regras tendem a variar conforme o estado, principalmente no caso do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Saiba mais: Por que sua empresa não pode abrir mão de um planejamento tributário

Como fazer a gestão de custo?

A gestão de custos ao abrir uma filial impacta a saúde financeira da empresa. Os gastos da nova unidade, como aluguel, tributos, salários, logística e manutenção, devem ser acompanhados de perto, pois influenciam a rentabilidade global do negócio. 

Afinal, os custos fixos e variáveis da filial podem diferir da matriz e decisões estratégicas dependem dessa análise. Ademais, a integração dos gastos da filial com o financeiro da empresa é essencial para manter o controle e garantir que a expansão contribua positivamente para os resultados.

Como evitar erros comuns nesse processo?

A abertura de uma filial envolve diversos aspectos legais, financeiros e estratégicos — e pequenos equívocos têm o potencial de gerar impactos significativos para o negócio. 

Por isso, você deve contar com ajuda profissional especializada para evitar erros comuns nesse processo, como:

  • falhas no registro de documentos;
  • escolha inadequada da localização;
  • cálculo incorreto de custos;
  • problemas de conformidade fiscal. 

O suporte de consultores experientes, como os da Prospere Finanças, garante que cada etapa seja conduzida corretamente. Desse modo, você pode reduzir riscos, otimizar recursos e aumentar as chances de sucesso na expansão da empresa.

Neste artigo, você aprendeu quais são as principais etapas da abertura de uma filial e os erros comuns que devem ser evitados. Agora, vale a pena estruturar o processo e contar com ajuda especializada para ter melhores resultados.

Quer apoio da Prospere na abertura da sua filial? Entre em contato conosco e saiba como podemos auxiliar!

Saber como cobrar um cliente inadimplente, seja por e-mail, telefone, WhatsApp ou outro meio, é uma tarefa essencial para qualquer empresa. Afinal, a ausência de pagamentos pode afetar as finanças do negócio.

Essa dificuldade compromete o fluxo de caixa, gera prejuízos e dificulta o crescimento de empresas, principalmente quando não há um processo de cobrança estruturado.

Quer aprender a lidar com a situação? Continue a leitura para descobrir dicas e estratégias para cobrar dívidas de clientes e preservar o relacionamento!

Como cobrar um cliente inadimplente eficientemente?

Existem algumas práticas indispensáveis para cobrar os clientes adequadamente. Conheça as principais!

Estruture um processo de cobrança

O primeiro passo é organizar um processo interno para lidar com a cobrança de clientes. Isso inclui definir aspectos, como:

  • frequência adequada para enviar lembretes e avisos, por exemplo, 1 dia após a data de vencimento, 5 dias depois etc.;
  • formato da cobrança, como e-mail, ligação ou mensagem;
  • linguagem utilizada em cada etapa.

Uma abordagem bem estruturada evita improvisos e ajuda a manter a coerência no contato com o cliente. Além disso, ela permite à empresa acompanhar resultados e ajustar o fluxo de cobrança quando necessário.

Adote uma comunicação clara e respeitosa

Ao pensar em como cobrar um cliente inadimplente, a comunicação deve ser firme, mas cordial. Ao entrar em contato com o consumidor, mostre a importância do pagamento.

A principal recomendação é explicar objetivamente os valores em aberto, apresentando os prazos e condições de regularização. Isso mostra que a empresa está aberta ao diálogo e valoriza a parceria construída. Porém, jamais seja agressivo ou ofenda o cliente.

No lugar, adote uma postura educada e amigável, o que ajuda a aumentar as chances de acordo. Essa abordagem ainda reduz a probabilidade de desgaste e rompimento da relação comercial, o que é importante para evitar a perda de clientes.

Ofereça alternativas de negociação

Nem sempre o cliente inadimplente conseguirá quitar a dívida imediatamente. Para lidar com essa situação, antes mesmo de se comunicar com o consumidor, pense em alternativas e apresente-as durante a conversa.

Esse pode ser um bom caminho para recuperar parte ou até todo o valor. Afinal, a flexibilidade aumenta as chances de recuperação e evita que o custo se torne impraticável.

Algumas opções nesse sentido são parcelamento, descontos para pagamento à vista ou prorrogação do prazo. O ideal é analisar cada caso individualmente, garantindo que a solução seja viável para ambas as partes, sem prejudicar o caixa da empresa.

Como evitar problemas de inadimplência?

Ter estratégias de como lidar com um cliente inadimplente é importante, mas prevenir essa situação é uma ação mais eficaz. 

Veja medidas que podem ajudar nessa tarefa:

  • avalie o histórico de crédito do cliente antes de fechar contratos;
  • defina cláusulas claras sobre prazos e juros em caso de atraso;
  • monitore os recebimentos continuamente;
  • crie rotinas de lembrete de pagamento antes do vencimento.

Esses cuidados reduzem a exposição da empresa ao risco de ficar sem receber e contribuem para manter a saúde financeira do negócio.

Saber como cobrar um cliente inadimplente de forma ética, legal e organizada é crucial para proteger os negócios sem comprometer a relação comercial. Utilize as estratégias que você conheceu neste conteúdo para manter o fluxo de caixa em dia.

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O ponto de equilíbrio financeiro é uma das métricas mais importantes para quem deseja administrar um negócio com segurança. Apesar de sua relevância, muitos gestores tomam decisões sem acompanhar esse cálculo.

Essa movimentação pode causar falhas no planejamento, preços mal definidos e até investimentos arriscados. Quando o ponto de equilíbrio não é conhecido, a empresa fica mais exposta a prejuízos e instabilidades do mercado.

Mas como calcular o ponto de equilíbrio financeiro e usar esse dado a favor da gestão do negócio? Neste artigo, você entenderá mais sobre a sua importância e verá como aplicá-lo. 

Confira!

O que é ponto de equilíbrio financeiro?

O ponto de equilíbrio financeiro representa o nível de faturamento em que as receitas de uma empresa se igualam aos custos e despesas sem considerar depreciação e amortização. A partir desse patamar, o negócio deixa de precisar de aportes adicionais para honrar seus compromissos, podendo sustentar suas operações financeiramente.

Ele é diferente do ponto de equilíbrio contábil, ou break-even point, que corresponde ao momento em que a receita cobre todos os custos e despesas. É nesse nível que a empresa deixa de registrar prejuízo contábil e começa a gerar lucro.

Identificar esses pontos é fundamental para planejar o faturamento mínimo necessário e assegurar a sustentabilidade e a continuidade das operações.

Como o ponto de equilíbrio financeiro pode ajudar empreendedores?

Um dos principais benefícios do ponto de equilíbrio financeiro é trazer clareza para o planejamento. Por exemplo, ele mostra qual deve ser o volume de vendas para manter as operações em dia e ainda cobrir as obrigações que envolvem desembolso de caixa.

Além disso, o ponto de equilíbrio ajuda a identificar a margem de segurança da empresa — quanto as vendas podem cair sem comprometer a saúde financeira. Ao conhecer essa margem, o empreendedor pode traçar metas mais realistas e se preparar para enfrentar instabilidades.

Outro benefício é apoiar a formação de preços. Ao entender o ponto de equilíbrio, é possível ajustar preços e margens de contribuição com base em dados, sem subjetividade. Assim, a empresa assegura competitividade no mercado sem abdicar da rentabilidade.

O cálculo ainda orienta decisões de investimentos e expansão. Antes de abrir uma nova unidade ou lançar um produto, avaliar o ponto de equilíbrio ajuda a medir a viabilidade do projeto e a reduzir o risco de decisões precipitadas.

Como calcular o ponto de equilíbrio da empresa?

O cálculo do ponto de equilíbrio financeiro é simples. A fórmula mais utilizada é dividir os custos e despesas fixas que envolvem desembolso de caixa pela margem de contribuição. Veja:

Ponto de equilíbrio financeiro = custos e despesas fixas totais / margem de contribuição

Os custos e despesas fixas englobam todos os gastos recorrentes que exigem saída de dinheiro, como salários, impostos, aluguel e contas essenciais para manter a operação. Já a margem de contribuição representa o que sobra da receita após descontar os custos e despesas variáveis ligados às vendas. 

Uma forma de visualizar o ponto de equilíbrio financeiro é calcular a margem de contribuição percentual. Para isso, basta dividir esse indicador pela receita e, em seguida, multiplicar por 100.

Para ilustrar, imagine que uma empresa tenha despesas fixas de R$ 200 mil por ano e uma margem de contribuição de 40%. Usando a equação acima, o resultado seria R$ 500 mil. Abaixo desse faturamento, o negócio não consegue cobrir todas as obrigações financeiras.

Para ter mais segurança, vale a pena contar com suporte profissional da Prospere Finanças no seu planejamento. 

Ao longo deste artigo, você entendeu mais sobre a importância do ponto de equilíbrio financeiro e como ele pode ajudar na tomada de decisões estratégicas para o negócio. Então, se você ainda não conhece o número, é hora de fazer o cálculo.

Quer saber como a Prospere pode ajudar o seu negócio a ter sucesso e longevidade? Entre em contato!

Nem sempre quem trabalha com carteira assinada ganha o suficiente para encerrar o mês com saldo positivo ou para ter recursos para realizar outros objetivos. Nesse sentido, muitos buscam outras maneiras de obter um dinheiro extra, abrindo um pequeno negócio particular.

Mas será que quem possui um contrato regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) pode ser MEI (Microempreendedor Individual)? Entender sobre o assunto é importante para o trabalhador evitar problemas no seu serviço e não ter uma atividade irregular.

Confira, neste conteúdo, preparado pelo time da Prospere Finanças, se quem trabalha como CLT pode ser MEI!

Quem é CLT pode ser MEI?

A legislação brasileira não impede que um trabalhador com carteira assinada seja MEI. Assim, uma pessoa pode ter um contrato CLT em uma empresa e, ao mesmo tempo, manter um CNPJ de microempreendedor para exercer atividades complementares.

Isso permite formalizar negócios como vendas de produtos online, adestrador de animais, barbeiro, cabeleireiro, fotógrafo, entre outros permitidos. Além disso, essa categoria possui uma limitação de faturamento que, em 2025, era de R$ 81 mil por ano.

O que o trabalhador precisa ficar atento ao abrir um MEI?

Apesar da possibilidade de conciliar o trabalho celetista e o MEI, a pessoa não pode usar o seu CNPJ para prestar serviços para a empresa em que ela é registrada. Afinal, isso poderia ser considerado um tipo de fraude trabalhista para reduzir os encargos devidos pela empresa ao funcionário.

A atividade do MEI também não pode ser a mesma do seu empregador. Nesse caso, ele poderia usar informações privilegiadas em benefício próprio, caracterizando uma concorrência desleal e conflito de interesses. Inclusive, isso pode motivar uma demissão por justa causa.

Quais implicações legais e fiscais de ser CLT e MEI?

Do ponto de vista fiscal, ser CLT e MEI ao mesmo tempo significa lidar com duas fontes de tributação. Como funcionário registrado, o IR (Imposto de Renda) e a contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) são recolhidos diretamente pelo empregador. 

Já como MEI, o empreendedor precisa pagar mensalmente o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que inclui tributos simplificados. 

A depender da renda obtida no ano, o trabalhador precisará declarar IR como pessoa física. Além disso, o MEI precisa apresentar a DASN-Simei (Declaração Anual do MEI), independentemente do faturamento. 

Para evitar problemas com o Fisco, é importante contar com o suporte de uma contabilidade profissional, como a Prospere Finanças.

Ainda, vale destacar que caso o funcionário seja demitido sem justa causa do seu trabalho CLT, ele não terá direito a receber o seguro desemprego, pois o MEI é considerado fonte de renda.

Quando trabalhar como CLT e ter MEI pode ser vantajoso?

A combinação do trabalho como CLT e MEI pode ser vantajosa em diversas situações. Veja os exemplos mais comuns:

  • quando o salário como CLT não é suficiente para pagar as contas do dia a dia;
  • para quem deseja empreender sem perder a segurança do trabalhador formal;
  • profissionais que querem testar um negócio antes de se dedicar exclusivamente a ele.

E quando essa prática pode ser prejudicial?

Apesar de existirem vantagens em atuar como MEI e celetista, há situações em que essa pode não ser uma boa ideia. Confira:

  • atividade que tenha conflito de interesses com o empregador;
  • quando há incompatibilidade de horários entre as atividades;
  • caso a função secundária atrapalhe o desempenho da principal.

Como você viu, um trabalhador CLT pode, sim, ser MEI. Essa combinação traz a possibilidade de diversificar suas fontes de renda e trazer segurança financeira, mas, se feita de forma incorreta, pode gerar conflitos trabalhistas e problemas fiscais.

Você gostou deste artigo? Aproveite para entender mais sobre o empreendedorismo lendo nosso artigo sobre como transformar MEI em ME (microempresa)!

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